Sector cooperativo e social

Entidades da Economia Social em Portugal contam com mais de 20 milhões de associados.

Inquérito ao Setor da Economia Social revela que, em média, cada português é membro de duas entidades da Economia Social.

O INE lançou em junho de 2019 o Inquérito ao Setor da Economia Social (ISES), uma novidade no âmbito do Sistema Estatístico Nacional (SEN), que surgiu na sequência da realização, em 2017, do Inquérito às Práticas de Gestão (IPG) das sociedades não financeiras, e que pretendeu abarcar as questões específicas das organizações da economia social – Cooperativas, Associações mutualistas, Misericórdias, Fundações, IPSS e Associações com fins altruísticos. Um trabalho desenvolvido com a colaboração da CASES-Cooperativa António Sérgio para a Economia Social. A Mútua foi uma das entidades que participou no inquérito.

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Relatório sobre as 100 maiores cooperativas e os objetivos de desenvolvimento sustentável

Mútua está entre as 100 maiores

Com os olhos postos nos objetivos do desenvolvimento sustentável definidos pelas Nações Unidas, o relatório sobre as 100 maiores cooperativas nacionais, da responsabilidade da CASES, procura avaliar o modo como estas cooperativas estão a contribuir para estes objetivos, a partir de alguns indicadores de 2018, como a capacidade de solvência das organizações, as condições de trabalho ou a igualdade de género.

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Confecoop alerta para dificuldades nas cooperativas

De entre as várias questões levantadas pela Confederação Cooperativa Portuguesa, na reunião do Conselho Nacional da Economia Social realizada no dia 30 de junho, destacamos a referência à Mútua dos Pescadores,  “única seguradora em Portugal que integra a Economia Social”, e que se depara com o mesmo tratamento das grandes seguradoras, estando em causa o cumprimento do princípio da proporcionalidade e um dos princípios cooperativos.

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“Estamos todos no mesmo barco, ou estamos todos no mesmo Mar?”

Carta Aberta das Coletividades de cultura, recreio e desporto

O Dia 31 de maio é também Dia das Coletividades e aqui deixamos Carta Aberta da Confederação das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto, que na sequência da situação de incerteza em que vivem muitas coletividades, volta a alertar uma vez mais para a necessidade de valorizar o papel destas estruturas nas comunidades, tendo já audiência marcada com o senhor Presidente da República.

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