Mútua dos Pescadores, 1ª cooperativa de utentes de seguros

A Mútua é a primeira e única cooperativa de seguros portuguesa, que celebrará em 2022 oitenta anos de história enquanto Mútua de Seguros. À experiência mutualista no sector das pescas que acumulou durante décadas, juntou-se a partir de 2000, a intervenção noutras atividades marítimas, como a náutica de recreio, marítimo turística, pesca desportiva ou mergulho, e hoje tem respostas para proteção de todas as pessoas e dos seus bens, das suas habitações, de todas as atividades económicas, das associações, das entidades do setor público e do setor cooperativo e social.

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Campanha Pirilampo Mágico 2015

smallUMA CAMPANHA DA FENACERCI – FEDERAÇÃO NACIONAL DE COOPERATIVAS DE SOLIDARIEDADE SOCIAL, FCRL com o apoio da Antena 1 & RTP.
No ano de 2015, a FENACERCI associou a campanha ao Ano Internacional da Luz e ao ano Europeu da Cooperação para o Desenvolvimento. «Acreditamos que, é sustentados na cooperação e virados para o desenvolvimento que, seremos capazes de construir uma sociedade onde os direitos e as oportunidades, sejam iguais para todos. É essa a luz que queremos alimentar com o Pirilampo Mágico».

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Segurança Marítima sob várias perspetivas

Mesa Redonda Mútua na Nauticampo

nauticampo30-04-15Após um período de menor fulgor que culminou na interrupção do evento nestes últimos dois anos, certamente muito relacionada com a crise, a Nauticampo regressou em abril de 2015, com uma dinâmica já mais prometedora.
Destacamos pela nossa parte a organização de uma mesa redonda no auditório da feira, sob o tema “Segurança Marítima – Prevenção ou Reparação?”, moderada por João Delgado, diretor da cooperativa, onde se abordou a cronologia do risco, através das excelentes intervenções de quatro especialistas, que foram sucessivamente relatando a visão da segurança: primeiro sob o ponto de vista da autoridade marítima (Dionísio Varela, da DGRM); a seguir, na influência da formação (Miguel Cândido, da Forsailing); depois, na ótica do aconselhamento técnico (Marreiros Gonçalves, da Navaltik Portugal); e por último, na perspetiva da transferência de riscos (Joaquim Simplício, da Mútua dos Pescadores).

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Estrela do Mar – Rede Portuguesa de Mulheres da Pesca

estrelaBalanço de atividade

A Mútua continua a acompanhar a atividade da Estrela do Mar e fazemos aqui um breve balanço dos primeiros meses de vida da Associação, desde que se formalizou em setembro de 2014, em Lisboa, numa ação pública no IPMA, que contou com diversas entidades públicas e privadas, do poder público, grupos parlamentares, e associações do setor de Norte a Sul. Formalização esta que se constituiu como o culminar de um conjunto de ações de formação para a cidadania e liderança que decorreram em 5 Portos de Pesca do Continente – Peniche, Sines, Culatra, Gafanha da Nazaré, Vila do Conde; e em Lisboa, numa última ação de formação com todas as mulheres participantes para a realização da primeira Assembleia Geral de sócias, abarcando cerca de 50 mulheres. Estas ações integraram-se no projeto promovido pela Mútua, Estrela do Mar, ao abrigo do programa de apoio PROMAR (Eixo 3-Ações Coletivas).

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Notícias da Nazaré…

Obras de reparação do molhe norte do porto da Nazaré paradas
Desde o final de 2014 que as obras que visam a reparação da cabeça do molhe norte do porto da Nazaré estão paradas. Máquinas estáticas, montes de pedra e incerteza é o que se pode constatar relativamente àquela obra essencial para a fortificação de uma estrutura central para todos os utilizadores do porto. Com mais um inverno que começa a usar de todas as suas faculdades para se mostrar (mar tempestuoso, vento muito forte), esperemos não voltem os danos idênticos aos de 2013 e 2014, o que implicará também a destruição de grande parte dos trabalhos já efetuados no local.

Embarcações preferem parar do que vender carapau a 5 euros o cabaz
Na zona centro, Peniche e Nazaré, a abundância de carapau é uma evidência que não deixa margem para dúvidas. As embarcações que operam com arte de cerco, que têm saído para capturar carapau, têm apanhado esta espécie em grandes quantidades. Aquilo que se poderia constituir como uma fonte de rendimento alternativa à sardinha, que se encontra no período de defeso, deixa de o ser pelas razões habituais – os preços de primeira venda, em que o cabaz (22 kg) tem atingido mínimos a bater nos 5 euros. Valores que levam os armadores a concluir que é melhor deixar os barcos em terra do que sair, apanhar o peixe e vendê-lo a estes preços que mal dão para pagar os fatores de produção.