Pesca

FIM DA ISENÇÃO

do sistema de localização por satélite, registo e transmissão eletrónica dos dados do diário de pesca para as embarcações da pesca do cerco

Na senda das medidas governamentais em curso da pesca da sardinha, que “visam a exploração sustentável” deste recurso, vem agora o Governo, através de portaria publicada a 24 de abril, retirar a isenção às embarcações da pesca do cerco, de utilizarem um sistema de localização de navios por satélite, e registar e transmitir por meios eletrónicos os dados do diário de pesca.

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Sardinha em cima da mesa!

Reações às medidas de gestão em análise para o setor

Pela importância e atualidade do tema reproduzimos aqui artigos publicados na Marés 79, de dezembro de 2017: carta do Conselho de Administração da Mútua dirigida aos Dirigentes das Organizações da Pesca do Cerco em Portugal, documento integral da Posição da Federação dos Sindicatos da Pesca, e artigo da ANOPCERCO – Associação Nacional das Organizações dos Produtores da Pesca do Cerco.

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Edição especial da Setúbal Pesca homenageia pescadores de Setúbal

SetubalpescaA Setubal Pesca, associação da pesca artesanal de Setúbal, lançou a publicação “Pescadores de Setúbal – olhares do passado, desafios do presente” que pretende “dar visibilidade aos aspetos culturais das populações da pesca, integrando conhecimentos, com a convicção de assim garantir uma maior compreensão das pessoas, para melhor encarar os desafios do setor”, escreve-se no seu editorial.

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Campanha para a melhoria de condições de trabalho na pesca da ACT

Disponibilização de Relatório final

CampanhaACTTerminada no dia 1 março de 2016, com um Seminário de encerramento realizado em Leixões que contou com a nossa participação, a Campanha para a melhoria das condições de trabalho na pesca, que envolveu um conjunto muito considerável de associações e entidades do setor da pesca e outras com responsabilidades nestas matérias, deu origem a um conjunto de instrumentos de comunicação e informação que enriquecem o manancial de informação que vai sendo produzido sobre estas matérias e que se constituem como instrumentos de apoio ao trabalho, ao serviço do setor da pesca – recordamos aqui o trabalho levado a cabo pela PROPEIXE que analisa a sinistralidade da sua própria frota, e os fatores a montante e a jusante “ Segurança no Trabalho a Bordo das Embarcações da Pesca do Cerco da Organização de Produtores Propeixe” em 2015 ou os dois volumes da publicação “Emprego Seguro nas Pescas Tradicionais Portuguesas: Factor do Desenvolvimento Sustentável dos Aglomerados Piscatórios”, da ADITEC – Associação para o Desenvolvimento e Inovação Tecnológica, de 2013  (ambos disponíveis no nosso site).

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